VIP - very indigenous program
Pois é, a boa do feriado foi um VIP.
Durante o já tradicional churrasco de sexta feira santa (não contem pra minha avó!), fiquei sabendo que todos os amigos do Rafa estavam planejando acampar na Lagoa Dourada, saindo na noite da sexta e voltando no sábado. Juniores animados que somos, e aproveitando que meus pais não estavam em casa, topamos a proposta e saímos.
Arrumamos as coisas na maior pressa, fizemos compras de última hora (cup noodles, biscoitos e garrafas dágua) e partimos 9 da noite pra cidadezinha perto da cacheira onde queríamos ir.
Carros estacionados, mochilas a postos, lua cheia e maravilhosa, todo mundo animado apesar de já ser meia noite, e vamos que vamos. Mas onde é a trilha mesmo? Pois é, de 9 pessoas, ninguém sabia. A Ju já tinha ido por outro caminho, o Lacerda também, e o Gui não estava reconhecendo o caminho porque fazia 5 anos que ele tinha ido!
Fomos perguntar informação num bar, mas como já esperávamos, nada de resposta, porque o pessoal da cidade não gosta de acampadores e porque acampar na Lagoa Dourada é proibido. Aeeeh! Resultado: resolvemos andar um bocado, já que estávamos com as mochilas (pesadíssimas!) nas costas e a lua estava linda...
Fomos indo, indo, e achamos uma placa avisando que a trilha pra Lagoa Dourada se encontrava à nossa frente. Mas ao segui-la, encontramos só um monte de terrenos com casas, além de uma mini-trilha muito da sinistra.
Já eram 2 da manhã quando paramos e discutimos se devíamos continuar. Uma coisa é acampar num lugar que é proibido mas é do governo; outra bem diferente é entrar em propriedade privada e levar um tiro! E a trilha sinistrinha também não era muito convidativa não. Apesar da tristeza que era não chegar a lugar algum, os juniores (eu, Rafa, Ju e Chips) convenceram os indianistas(Ju, Lacierda, Baixinha, Louiz e Gui) a acampar na cidadezinha mesmo e fazer a caminhada no dia seguinte, de dia e com informações melhores - talvez até um guia!
Voltamos pro carro (e nessa hora a idéia de alguns juniores era voltar pra casa, em vez de ficar lá pro dia seguinte) e fomos à procura do tal camping que a Ju conhecia, pra passar a noite. Ao chegar lá, eu e o Rafa convencemos o resto dos juniores a ficar (mesmo porque o carro era nosso, huhu) e fomos armar as barracas.
Como a gente tinha levado pouca coisa pra ficar fácil de carregar, a noite seria precária! Aliás, a simples idéia de dormir em camping me deixa triste. Eu até aceito dormir numa barraca se é um lugar desabitado, que não tem absolutamente opção nenhuma, se o desconforto é o único jeito - mas achar o máximo ter uma péssima noite pra ficar num lugar cheio de farofeiro, com infrastrutura péssima? Prefiro fazer viagens de um dia só, ou guardar meu dinheiro pra uma pousadinha modesta. Não ao camping de farofeiro!
E antes de dormir... fui moralmente obrigada a ir visitar a cachoeira do camping. Que raios, eu tou pouco me lixando pra cachoeira, mato, essas merdas todas! Mas aos apelos do Rafa de 'você nunca aproveita quando chega', fui lá conhecer a cachoeira. Imagina que legal é ir numa cachoeira de noite, morta de cansada, tentando descobrir na tentativa e erro qual pedra podia pisar sem escorregar e ouvindo gente de cidade exclamando 'olha a caxuuuuu!'. Aff.
Deixa eu fazer um parênteses aqui - odeio gente que chama cachoeira de 'caxu'. É a coisa mais tosca, feia, nojenta e indígena que existe. Aff. É quase tão ruim quando falar 'aff', mas esse eu já peguei... =) Fecha parênteses.
Depois de fazer uma visita burocrática à 'caxu' meia-boca, entrei na barraca e tentei dormir - já eram 4 da manhã! Apaguei de tal jeito que não lembro do Rafa ter entrado e me beijado pra desejar boa noite (aposto que ele entrou de mansinho pra não me acordar, isso sim!) Mas logo às 6 acordei com o Rafa tremendo de frio do meu lado (aquele bobo foi dormir de camiseta e short) e fui no carro, bêbada de sono, buscar uma calça e um moleton pra ele. Acabei largando essa vida indígena e fui dormir no carro - uma coisa que me deixou muito mais feliz e com certeza deixou o Rafa feliz também, porque antes de sair da barraca eu enrolei ele na parte que me cabia do saco de dormir =)
Encolhidinha no carro, dormi mais duas horas muito bem dormidas (descontando o fato que meu carro parece um bocado mais largo que o Celta do Rafa, eu já estou muito acostumada a tirar sonecas em carros! =). E oito da manhã, fora do carro e bom dia vida!
Nosso café da manhã foi fantástico, graças ao Rafa - que teve a excelente idéia de comprar um pacote de bisnaguinha seven boys e um pacote de polenguinho! Aliás, tenho que dizer que ele fez as compras de supermercado sozinho, enquanto eu arrumava minha mala, e que acertou em tudo e não esqueceu nadinha. Quer dizer, fora no Nutri de brigadeiro (eca!), mas ele adora, então tudo bem =) Café tomado, guia contratado, vamos pra montanha. E o melhor - sem mochila! O Rafa, tadinho, levou nossa mochila a viagem toda. Lá dentro só coisas super importantes - toalha, canga, protetor solar, comida, litro e meio d'água. Mas eu vou confessar que também tinha algums ítens não tão vitais assim, como um pente e creme pra cabelo. Desculpa, meu bem! =)
A caminhada foi pesada. A primeira hora e meia foi de subida, ora tranquila, ora pesada, ora muito-pesada-mesmo-ai-meu-pulmão, mas eu dei conta direitinho =) Tenho que falar a verdade: quem atrasou a caminhada um bocadinho foi a Ju do Chips, botando os bofes pra fora - o que foi ótimo, porque aguentar o ritmo da Ju que não é do Chips não é moleza não! Quem diz que caminhada não precisa de condicionamento físico, só de resistência aos mosquitinhos, está completamente enganado. Pra andar no plano tudo bem, mas pra subir o bruto morro que nós subimos, não! Aliás eu tenho uma teoria ótima de porque o Rafa se cansa menos que eu subindo morros. O que cansa menos - subir dois degraus de cada vez, ou um só? Pois é, cada passo que pro Rafa é um degrau, pra mim são dois! Especialmente em partes MUITO íngremes da trilha, onde não tem como dividir as passadas, só tem alguns lugares específicos pra pisar...
Depois de uma hora e meia, chegamos na parte plana (e com até umas descidinhas!). A partir daí foi tranquilo, não fosse o cansaço e a vontade de chegar.
E quando chegamos - ok, vista muito bonita, cachoeira mto bonita, todo mundo feliz de ter chegado e... bom, só. Vamos falar a verdade - eu sou uma garota urbana. Eu gosto mesmo é de ir ao cinema, jogar boliche ou uma sinuquinha, ver um filminho esparramada no sofá comendo pipoca, e comer aos montes. Se a gente tivesse passado o dia na piscina, brincando de briga de galo e embaralha, eu teria me divertido just the same. É claro que eu gosto do desafio, do clima do pessoal, da preparação, e sempre me empolgo no rastro da galera - mas pensar em ir só eu e o Rafa acampar? Sem a menor chance! =)
Pois é, continuando. Chegamos, achamos tudo lindo, nadamos (o Rafa nadou! O Rafa nadou! =), fizemos o lanchinho de nutris e biscoitos amanteigados, alguém tinha levado um salaminho que tava uó =) Um dos problemas desse programas da funai é que, numa 'caxu', não existe lugar confortável pra deitar ou até pra sentar. Tudo bem, tem mil pedras lindas, mas nem um sofazinho! Então tirei um cochilo numa pedra menos desconfortável e em breve era hora de voltar.
Desconsiderando que na volta o Rafa já estava cansado de mim e meio que me deu um gelo, sem nem se preocupar se eu estava rolando pelas pedrinhas ou descendo direito, a volta foi ótima! Muito mais fácil por ser descida, apesar da galera estar muito, muito cansada. O que complicou também foi o ataque dos mosquitinhos from hell - tinha horas que parecia que a gnete passava por enxames. Era bem complicado estar 100% concentrada na estrada e nas pedras soltas e de repente respirar um mosquitinho =)
Chegamos na cidade mais mortos que vivos, tomamos uma coca com baconzitos num boteco e fomos pra casa. Fim da aventura, com muitos pontos ganhos no Cartão de Fidelidade Funai! =)
***
Juro que edito o post e ponho fotos amanhã. Agora, cama!
Durante o já tradicional churrasco de sexta feira santa (não contem pra minha avó!), fiquei sabendo que todos os amigos do Rafa estavam planejando acampar na Lagoa Dourada, saindo na noite da sexta e voltando no sábado. Juniores animados que somos, e aproveitando que meus pais não estavam em casa, topamos a proposta e saímos.
Arrumamos as coisas na maior pressa, fizemos compras de última hora (cup noodles, biscoitos e garrafas dágua) e partimos 9 da noite pra cidadezinha perto da cacheira onde queríamos ir.
Carros estacionados, mochilas a postos, lua cheia e maravilhosa, todo mundo animado apesar de já ser meia noite, e vamos que vamos. Mas onde é a trilha mesmo? Pois é, de 9 pessoas, ninguém sabia. A Ju já tinha ido por outro caminho, o Lacerda também, e o Gui não estava reconhecendo o caminho porque fazia 5 anos que ele tinha ido!
Fomos perguntar informação num bar, mas como já esperávamos, nada de resposta, porque o pessoal da cidade não gosta de acampadores e porque acampar na Lagoa Dourada é proibido. Aeeeh! Resultado: resolvemos andar um bocado, já que estávamos com as mochilas (pesadíssimas!) nas costas e a lua estava linda...
Fomos indo, indo, e achamos uma placa avisando que a trilha pra Lagoa Dourada se encontrava à nossa frente. Mas ao segui-la, encontramos só um monte de terrenos com casas, além de uma mini-trilha muito da sinistra.
Já eram 2 da manhã quando paramos e discutimos se devíamos continuar. Uma coisa é acampar num lugar que é proibido mas é do governo; outra bem diferente é entrar em propriedade privada e levar um tiro! E a trilha sinistrinha também não era muito convidativa não. Apesar da tristeza que era não chegar a lugar algum, os juniores (eu, Rafa, Ju e Chips) convenceram os indianistas(Ju, Lacierda, Baixinha, Louiz e Gui) a acampar na cidadezinha mesmo e fazer a caminhada no dia seguinte, de dia e com informações melhores - talvez até um guia!
Voltamos pro carro (e nessa hora a idéia de alguns juniores era voltar pra casa, em vez de ficar lá pro dia seguinte) e fomos à procura do tal camping que a Ju conhecia, pra passar a noite. Ao chegar lá, eu e o Rafa convencemos o resto dos juniores a ficar (mesmo porque o carro era nosso, huhu) e fomos armar as barracas.
Como a gente tinha levado pouca coisa pra ficar fácil de carregar, a noite seria precária! Aliás, a simples idéia de dormir em camping me deixa triste. Eu até aceito dormir numa barraca se é um lugar desabitado, que não tem absolutamente opção nenhuma, se o desconforto é o único jeito - mas achar o máximo ter uma péssima noite pra ficar num lugar cheio de farofeiro, com infrastrutura péssima? Prefiro fazer viagens de um dia só, ou guardar meu dinheiro pra uma pousadinha modesta. Não ao camping de farofeiro!
E antes de dormir... fui moralmente obrigada a ir visitar a cachoeira do camping. Que raios, eu tou pouco me lixando pra cachoeira, mato, essas merdas todas! Mas aos apelos do Rafa de 'você nunca aproveita quando chega', fui lá conhecer a cachoeira. Imagina que legal é ir numa cachoeira de noite, morta de cansada, tentando descobrir na tentativa e erro qual pedra podia pisar sem escorregar e ouvindo gente de cidade exclamando 'olha a caxuuuuu!'. Aff.
Deixa eu fazer um parênteses aqui - odeio gente que chama cachoeira de 'caxu'. É a coisa mais tosca, feia, nojenta e indígena que existe. Aff. É quase tão ruim quando falar 'aff', mas esse eu já peguei... =) Fecha parênteses.
Depois de fazer uma visita burocrática à 'caxu' meia-boca, entrei na barraca e tentei dormir - já eram 4 da manhã! Apaguei de tal jeito que não lembro do Rafa ter entrado e me beijado pra desejar boa noite (aposto que ele entrou de mansinho pra não me acordar, isso sim!) Mas logo às 6 acordei com o Rafa tremendo de frio do meu lado (aquele bobo foi dormir de camiseta e short) e fui no carro, bêbada de sono, buscar uma calça e um moleton pra ele. Acabei largando essa vida indígena e fui dormir no carro - uma coisa que me deixou muito mais feliz e com certeza deixou o Rafa feliz também, porque antes de sair da barraca eu enrolei ele na parte que me cabia do saco de dormir =)
Encolhidinha no carro, dormi mais duas horas muito bem dormidas (descontando o fato que meu carro parece um bocado mais largo que o Celta do Rafa, eu já estou muito acostumada a tirar sonecas em carros! =). E oito da manhã, fora do carro e bom dia vida!
Nosso café da manhã foi fantástico, graças ao Rafa - que teve a excelente idéia de comprar um pacote de bisnaguinha seven boys e um pacote de polenguinho! Aliás, tenho que dizer que ele fez as compras de supermercado sozinho, enquanto eu arrumava minha mala, e que acertou em tudo e não esqueceu nadinha. Quer dizer, fora no Nutri de brigadeiro (eca!), mas ele adora, então tudo bem =) Café tomado, guia contratado, vamos pra montanha. E o melhor - sem mochila! O Rafa, tadinho, levou nossa mochila a viagem toda. Lá dentro só coisas super importantes - toalha, canga, protetor solar, comida, litro e meio d'água. Mas eu vou confessar que também tinha algums ítens não tão vitais assim, como um pente e creme pra cabelo. Desculpa, meu bem! =)
A caminhada foi pesada. A primeira hora e meia foi de subida, ora tranquila, ora pesada, ora muito-pesada-mesmo-ai-meu-pulmão, mas eu dei conta direitinho =) Tenho que falar a verdade: quem atrasou a caminhada um bocadinho foi a Ju do Chips, botando os bofes pra fora - o que foi ótimo, porque aguentar o ritmo da Ju que não é do Chips não é moleza não! Quem diz que caminhada não precisa de condicionamento físico, só de resistência aos mosquitinhos, está completamente enganado. Pra andar no plano tudo bem, mas pra subir o bruto morro que nós subimos, não! Aliás eu tenho uma teoria ótima de porque o Rafa se cansa menos que eu subindo morros. O que cansa menos - subir dois degraus de cada vez, ou um só? Pois é, cada passo que pro Rafa é um degrau, pra mim são dois! Especialmente em partes MUITO íngremes da trilha, onde não tem como dividir as passadas, só tem alguns lugares específicos pra pisar...
Depois de uma hora e meia, chegamos na parte plana (e com até umas descidinhas!). A partir daí foi tranquilo, não fosse o cansaço e a vontade de chegar.
E quando chegamos - ok, vista muito bonita, cachoeira mto bonita, todo mundo feliz de ter chegado e... bom, só. Vamos falar a verdade - eu sou uma garota urbana. Eu gosto mesmo é de ir ao cinema, jogar boliche ou uma sinuquinha, ver um filminho esparramada no sofá comendo pipoca, e comer aos montes. Se a gente tivesse passado o dia na piscina, brincando de briga de galo e embaralha, eu teria me divertido just the same. É claro que eu gosto do desafio, do clima do pessoal, da preparação, e sempre me empolgo no rastro da galera - mas pensar em ir só eu e o Rafa acampar? Sem a menor chance! =)
Pois é, continuando. Chegamos, achamos tudo lindo, nadamos (o Rafa nadou! O Rafa nadou! =), fizemos o lanchinho de nutris e biscoitos amanteigados, alguém tinha levado um salaminho que tava uó =) Um dos problemas desse programas da funai é que, numa 'caxu', não existe lugar confortável pra deitar ou até pra sentar. Tudo bem, tem mil pedras lindas, mas nem um sofazinho! Então tirei um cochilo numa pedra menos desconfortável e em breve era hora de voltar.
Desconsiderando que na volta o Rafa já estava cansado de mim e meio que me deu um gelo, sem nem se preocupar se eu estava rolando pelas pedrinhas ou descendo direito, a volta foi ótima! Muito mais fácil por ser descida, apesar da galera estar muito, muito cansada. O que complicou também foi o ataque dos mosquitinhos from hell - tinha horas que parecia que a gnete passava por enxames. Era bem complicado estar 100% concentrada na estrada e nas pedras soltas e de repente respirar um mosquitinho =)
Chegamos na cidade mais mortos que vivos, tomamos uma coca com baconzitos num boteco e fomos pra casa. Fim da aventura, com muitos pontos ganhos no Cartão de Fidelidade Funai! =)
***
Juro que edito o post e ponho fotos amanhã. Agora, cama!

6 Comments:
At 12:37 AM,
hoerlle said…
uahuahauhau
Você conseguiu estragar um lugar lindo!!!
A Serra do Cipó tem cachoeiras maravilhosas!!!
E sim, é muito legal dormir numa pedra escutando o barulho da agua cair e JJ..... E é incrível ver o dia ficar completamente escuro a 18:30... sem nenhuma luzinha, e ainda mais que tava lua cheia...
Melhor ainda é brincar de twister do lado de um lago vazio, as 2h da manha regados a 3 garrafas de vinho.... =)
hehehehe, camping rulez!!!!
Bjao!
At 10:51 AM,
Anônimo said…
Qual o problema de Nutry brigadeiro? Eu adoro Nutry brigadeiro!
Dani
At 3:38 PM,
Deborah said…
hauhuahauhua...voce eh muito sem noçao,eh o cumulo...como assim "nao tem nem um sofazim na cachoeira"? haha...mas bom tambem...quero as fotos...beijo
At 1:02 AM,
Anônimo said…
Também não entendi seu preconceito contra o Nutri brigadeiro. É o melhor Nutri que tem, muito bom, até melhor do que o de banana com chocolate.
Perái, vcs foram acampar e não levaram repelente?
At 9:37 AM,
ayane said…
Vocês foram na Lagoa Dourada?!? Que massa! E a cidadezinha onde ficaram foi na Lapinha da Serra? E que camping?
O Jone (meu namorado) vai me levar lá no feriado do dia primeiro. E como ele é nativo, conhece todos os caminhos e até os donos das casinhas que nos dariam abrigo. Prático, não? Hehe...
Coloca fotos aí?
bjussss
PS: também odeio o povo que fala "caxu".
At 8:36 PM,
Anônimo said…
Your site is on top of my favourites - Great work I like it.
»
Postar um comentário
<< Home